Mostrando postagens com marcador a bela. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador a bela. Mostrar todas as postagens

23 de setembro de 2010

Romy Schneider, nome artístico de Rosemarie Magdalena Albach (Viena, 23 de setembro de 1938 — Paris, 29 de maio de 1982).











Romy Schneider era filha dos atores Magda Schneider e Wolf Albach-Retty, e muito bonita desde pequena. Com uma pele rosada e olhos azuis, Romy chamava muita atenção, mas só estreou no cinema aos catorze anos, no filme Quando Voltam a Florescer os Lilases, ao lado da mãe, que controlou sua carreira até que ela se casasse pela primeira vez.

Aos 17 anos, em 1955, Schneider tornava-se famosa ao viver Sissi, a Imperatriz-adolescente da Áustria, no filme do mesmo nome. Era uma personagem bonita, irreverente e capaz de quebrar todos os protocolos da nobreza européia de forma a conquistar o jovem Imperador austríaco Francisco José e os seus súditos. O filme conquistou as platéias do mundo todo e gerou mais duas continuações, Sissi, a Imperatriz e Sissi E Seu Destino, todos dirigidos por Ernst Marischka e interpretados por Romy, o ator Karlheinz Böhm e a mãe de Romy, Magda Schneider.

Já famosa mundialmente a atriz se recusou a continuar a viver jovens princesas inocentes e partiu para filmes mais adultos, escandalizando seus fãs em 1958 ao participar do filme Senhoritas de Uniforme, que contava a história de lesbianismo em um colégio feminino.

No mesmo ano Romy filmou Christine, e se apaixonou perdidamente pelo seu galã, o então também jovem e promissor ator francês Alain Delon.

O romance durou até 1963 e o casamento dos dois foi várias vezes anunciado e outras tantas adiado. Nessa época, ela se encontrou com o diretor Luchino Visconti que mudou radicalmente sua trajetória de atriz, dando-lhe um papel sexy e digno de uma grande atriz em Boccaccio 70.

Seu primeiro casamento foi com o diretor e cenógrafo alemão Harry Meyen, pai de seu filho David. Separaram-se em 1975 e logo depois se casou com seu secretário pessoal, Daniel Biasini, com quem teve uma filha, Sarah e que acabaria também por se separar. Quando morreu, vivia há pouco mais de um mês com o produtor francês Laurent Petain.

A atriz morreu aos 43 anos de uma parada cardíaca, em seu apartamento em Paris, onde vivia com o terceiro marido, a filha e uma empregada. Ela vinha se tratando de uma profunda depressão pelo suicídio do primeiro marido e, logo depois, pela trágica morte do filho de ambos, que ao pular um portão, foi perfurado pelas setas da grade, onde passava férias, e morreu na hora, com apenas 14 anos. Alguns dias antes de falecer, Romy se submeteu a uma operação para a retirada de um rim devido a um tumor.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Romy_Schneider

27 de junho de 2010

Isabelle Yasmine Adjani (Paris, 27 de junho de 1955)











Filha de pai argelino e mãe alemã, foi estimulada a atuar desde jovem, atuando no teatro amador já aos doze anos de idade. Apareceu no seu primeiro filme aos 14 anos. Aos 17, apareceu na TV francesa. Seu primeiro sucesso veio dos palcos da Comédie Française, quando interpretou personagens criados por Molière e Lorca.

Após atuar em papéis secundários , foi sucesso de público e crítica pela sua atuação no filme La Gifle, de 1974. No ano seguinte, conseguiu seu primeiro papel principal em A História de Adele H, de François Truffaut, em que faz o papel da filha do escritor Victor Hugo. Por este filme, alcançou sucesso internacional, concorreu ao Oscar de melhor atriz e recebeu propostas para trabalhar em Hollywood.

Em 1981, Adjani recebeu o prêmio de melhor atriz do Festival de Cannes por sua atuação em Quarteto. No ano seguinte, recebeu o César por Possessão, em atuação considerada pelos críticos a melhor de sua carreira, senão a mais difícil, porque Adjani interpretava o papel de uma mulher frustrada que enlouquecia aos poucos. Em 1983, recebeu novamente o César por Ronda Mortal.

Em 1989, co-produziu e estrelou Camille Claudel, a trágica história da mulher do escultor francês Auguste Rodin, que lhe valeu o terceiro César e mais uma indicação ao Oscar de melhor atriz. O filme também concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro. No mesmo ano, a revista americana People incluiu-a entre as 50 mulheres mais bonitas do mundo. A partir daí, trabalhou esporadicamente como modelo.

Em 1994, conseguiu seu quarto César pelo papel-título de Rainha Margot, um feito nunca antes conseguido por um ator francês.

Em 2010, ganhou seu quinto César pela atuação no filme O Dia da Saia.

Adjani tem dois filhos, Barnabé, de seu casamento com Bruno Nuytten, e Gabriel-Kane, de sua tempestuosa relação com o ator britânico Daniel Day-Lewis. Quando Gabriel-Kane nasceu, ela já havia terminado havia alguns meses seu casamento de cinco anos com Day-Lewis. Esteve também envolvida com o compositor Jean Michel Jarre.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Isabelle_Adjani