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8 de março de 2010

Maria Gomes de Oliveira, vulgo Maria Bonita (Glória, 8 de março de 1911 — 28 de julho de 1938)







Foi a primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros. Maria Bonita nasceu em 8 de março de 1911 no sítio Malhada da Caiçara, do município de Paulo Afonso, na época município gloriense, na Bahia.

Depois de um casamento frustrado, em 1929 tornou-se a mulher de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, conhecido como o "Rei do Cangaço". Continuou morando na fazenda dos pais, mas um ano depois foi chamada por Lampião para fazer efetivamente parte do bando de cangaceiros, com quem viveria por longos oito anos.


Com o cangaceiro, Maria Bonita teve uma filha de nome Expedita e Ananias Gomes de oliveira, assim como nasceram mais dois filhos, sendo natimortos. Morreu em 28 de julho de 1938, quando foi degolada ainda viva pela polícia armada oficial (conhecida como "volante"), assim como Lampião e outros nove cangaceiros.

Texto extraído de:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Gomes_de_Oliveira

23 de agosto de 2009

Inexistir é...

O vazio que me invade hoje, não me permite. Não me permite ser feliz, não me permite amar, não me permite ser amado, não me permite querer, não me permite não sofrer, só me permitiu a agonia e o sofrimento. Amo, não posso, morro assim que puder. Também não me é permitido morrer ainda, tenho que penar essa dor do desprezo. Tenho que sofrer, tenho que pagar por amar tanto. A morte seria um conforto, que covarde, não consigo buscar. Sei que quase ninguém lê meus textos, sei que quase ninguém se importa comigo, e sei que quem amo, talvez nem saiba que existo, que sofro, que seria capaz de tudo. Parece mais fácil morrer, do que convencê-la disso. Não quero mais escrever, queria adormecer, de preferência sem despertar. Não mereço isso. Sinto que não mereço nada além de meu sofrimento, e por não agüentar, escrevo aqui, por que não acredito ter amigos.
Vou sozinho...

Rodrigo