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6 de novembro de 2011

Colin Campbell Cooper, Jr. (8 de março de 1856 - 6 de novembro de 1937) foi um pintor impressionista norte americano.











Talvez mais famoso por suas pinturas arquitetônicas, especialmente de arranha-céus em Nova Iorque, Filadélfia e Chicago. Um ávido viajante, ele também era conhecido por suas pinturas de marcos europeus e asiáticos, bem como paisagens naturais, retratos, florais, e interiores. Além de ser pintor, ele também era professor e escritor. Sua primeira esposa, Emma Lampert Cooper, também foi uma pintora altamente considerada.

Link para a página na Wikipedia sobre o pintor (em inglês):

http://en.wikipedia.org/wiki/Colin_Campbell_Cooper

Imagens:

http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Colin_Campbell_Cooper

14 de novembro de 2010

Oscar-Claude Monet (Paris, 14 de novembro de 1840 — Giverny, 5 de dezembro de 1926).











Claude Oscar Monet nasceu em 1840, em Paris, França, e morreria em Giverny, pequena cidade também francesa, em 1926. Viveu 86 anos.

Claude Monet, ou simplesmente Monet, é considerado o pai do movimento artístico chamado de “Impressionismo”. Quem nomeou, involuntariamente, o movimento, foi um crítico, que não gostou das obras de Monet e seus colegas, e os chamou de “impressionistas”, em referência a uma tela de Monet: “Impressão: nascer do sol”, pintada por volta de 1873 – os “impressionistas” gostaram da expressão e a adotaram. É sempre divertido nos lembrarmos que ninguém, fora alguns estudiosos da obra de Monet, sabe o nome deste crítico, enquanto hoje as telas do pintor francês são reconhecidas por qualquer um…

Claude Monet nasceu em Paris, mas quando tinha 5 anos sua família se mudou para Le Havre, cidade no litoral norte do país.

Um artista local, Eugène Boudin, o introduziu à pintura plein-air, isto é, feita ao ar livre. Isto seria importante na carreira de Monet e no desenvolvimento do Impressionismo, já que os impressionistas não mudaram apenas a pincelada sobre a tela, mas também gostavam muito de explorar justamente as diferentes impressões causadas pelas variações da luz no decorrer do dia – algumas das séries de Monet, como “A Catedral de Rouen” (1892 – 1894) retratam a mesma cena, porém pintada em diferentes horas do dia.

Vale lembrar que a “Escola de Barbizon”, algumas décadas antes de Monet, já pregava um certo retorno à natureza (o nome da Escola se deve à cidadela francesa para onde um grupo parisiense, incluindo Jean-François Millet, se mandou para pintar a vida do povo mais simples). Uma análise interessante diz que o Impressionismo só foi possível porque foi inventada, naquele século XIX, a bisnaga de tinta, que permitiu aos pintores saírem do estúdio… Antes, apenas o esboço era feito ao ar livre, e a pintura era completada no estúdio.

Mas nos adiantamos… Voltemos à vida de Monet…

Aos 22 anos, já em Paris, Claude Monet foi admitido no ateliê do pintor acadêmico Charles Gleyre. Neste local conheceu Pierre-Auguste Renoir e Frédéric Bazille, que, mais tarde, se tornariam parceiros no Impressionismo.

Monet pintou alguns óleo sobre tela de forma mais acadêmica: paisagens, marinhas, retratos… Estas obras foram aceitas na mostra anual do Salão de Paris. Contudo, suas telas maiores foram recusadas, pois nela Monet começava a fugir dos cânones mais clássicos da Pintura.

Sua decepção a esta rejeição o levou a se juntar a artistas como Édouard Manet, Edgar Degas, Camille Pissarro e Renoir, com os quais fundou a Sociedade Anônima dos Artistas. Em 1874 o grupo promoveu sua primeira mostra independente.

Foi aí, nesta exposição, que o crítico Louis Leroy escarneceu não só Monet, mas a todos. Dizia-se que tais artistas pareciam estar a expor obras inacabadas.

Boa parte do público, é bom que diga, não acostumada, obviamente, com as novas técnicas, também rejeitou o nascente Impressionismo. Mas esta resistência por parte do público não durou muito.

Claude Monet, que viveu bastante, teve carreira bastante prolífica. Em seus quadros, retratou as duas esposas que teve, jardins e construções de Paris, o litoral e o interior da Normandia – e especialmente seu jardim em Giverny, para onde ocasionalmente acorriam seus amigos Manet e Renoir.

No final de sua vida, morando em Giverny, Monet se dedicou a pintar as vitórias-régias dos lagos da cidade, em grandes telas. A pincelada, a esta altura, já estava bastante forte, grossa, causando uma fusão de água e plantas que, em algumas obras de Monet, não fosse o título da tela a nos orientar, poderíamos pensar se tratar de uma obra abstrata. O Abstracionismo havia surgido pouco antes da morte de Monet. Monet certamente não era um, mas o desencadear dos fatos mostra que sua tela “Impressão: Nascer do sol” estava na gênese não só do Impressionismo, mas também do Modernismo do século XX.

Quando Claude Monet morreu, as telas das vitórias-régias foram para uma galeria que o governo francês preparou especialmente para elas, o Musée de l’Orangeries des Tuileries.

http://claudemonet.com.br/biografia-de-claude-monet/

Imagens:

http://www.artrenewal.org/pages/artist.php?artistid=810

14 de novembro de 2009

Oscar-Claude Monet (Paris, 14 de novembro de 1840 — Giverny, 5 de dezembro de 1926)

















Claude Monet foi um pintor francês e o mais célebre entre os pintores impressionistas.

O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, "Impressão, nascer do sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha." . A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o título, sabendo da revolução que estavam iniciando na pintura.

Seu pai, Claude-Auguste, tinha uma mercearia modesta. Aos cinco anos, sua família mudou-se para Le Havre, na Normandia. Seu pai desejava que Claude continuasse no comércio da família, mas ele desejava pintar. Foi a sua tia Marie-Jeanne Lecadre que o apoiou a seguir a carreira artística, pois ela fora também pintora.

Em 1851, Monet entrou para a escola secundária de artes e acabou se tornando conhecido na cidade pelas caricaturas que fazia. Nas praias da Normandia, Monet conheceu, por volta de 1856, Eugène Boudin, um artista que trabalhava extensivamente com pintura ao ar livre nessas mesmas praias, e que lhe ensinou algumas técnicas ao ar livre.

Em 28 de janeiro de 1857, sua mãe morreu e, aos dezesseis anos, Monet abandonou a escola e foi morar com sua tia Marie-Jeanne Lecadre.

Em 1859, Monet foi para Paris estudar pintura, e foi aí que conheceu a sua primeira mulher, Camille. Monet retratou-a muitas vezes, em quadros onde ela aparecia mais do que uma vez na mesma pintura.

Texto extraído de:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_Monet