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26 de julho de 2010

THE ROLLING STONES TIME WAITS FOR NO ONE

Sir Mick Jagger CBE, nascido Michael Philip Jagger, (Dartford, 26 de julho de 1943)











Cantor e compositor inglês (26/7/1943-). Líder dos Rolling Stones considerados uma das maiores bandas de rock'n'roll de todos os tempos. Nasce em Dartford, cidade-dormitório de Londres. Em 1962, é bolsista de Administração de Empresas na London Scholl of Economics, que abandona após dois anos.

Começa a freqüentar clubes de jazz com seu amigo Keith Richards. Os dois conhecem o guitarista Brian Jones, com quem montam um conjunto. Bill Wyman e Charlie Watts completam a formação original dos Rolling Stones. Em 1963, o grupo lança o primeiro disco, uma gravação de Come On, de Chuck Berry.

Jagger e Richards começam a compor e, em 1964, a banda já lidera as pesquisas de popularidade, suplantando os Beatles. A canção Satisfaction, maior sucesso do grupo, sai em 1965. Em 1968, é lançado Beggar''s Banquet, considerado um dos melhores álbuns do conjunto. Em 1969, com a morte de Brian Jones, Jagger assume a liderança da banda.

Em 1994, depois de cinco anos sem gravar, os Rolling Stones lançam o álbum Voodoo Lounge e realizam uma turnê mundial. Em janeiro de 1995, o astro, com 51 anos, cinco filhos e um neto, apresenta-se pela primeira vez com os Stones no Brasil. Em 1998, Jagger e os Rolling Stones voltam a tocar no Brasil na turnê de lançamento do disco Bridges to Babilon.

http://www.algosobre.com.br/biografias/mick-jagger.html

6 de julho de 2010

Trailer do documentário "Loki" sobre Arnaldo Baptista

Arnaldo Dias Baptista (São Paulo, 6 de julho de 1948).




A Genialidade Valvulada

Rogério Duprat, no vídeo-documentário Maldito popular brasileiro: Arnaldo Dias Baptista, de Patrícia Moran, foi categórico em suas duas aparições: Os Mutantes foram a coisa mais importante do tropicalismo. E ninguém conseguiu deixar isto claro. Mas eu sei bem disso que a cabeça disto tudo, a cabeça dos Mutantes era o Arnaldo Baptista. (...) Insisto e resumo, em poucas palavras, o Arnaldo é responsável por quase tudo que aconteceu de 67 pra frente.

Kurt Cobain, em sua passagem pelo Brasil, saudou Arnaldo com uma carta-elogio.

Mas o que há entre a arqueológica opinião de Duprat e a missiva de Cobain? Mitificação a um artista louco? Ou uma outra versão para uma história já sedimentada?

Bom, Arnaldo, assim como Rita Lee e Sérgio Dias, teve sua vida e sua obra fracionada em duas etapas: a das glórias da Tropicália e dos Mutantes; e, no caso de Arnaldo, da piração posterior. Mas o que dizer dos cinco álbuns de sua carreira solo? E como chamar de loucura sua opção pela amplificação valvulada, agora que novas gerações de valvulados demonstram, mais uma vez, a sua supremacia perante os leves e descartáveis transistores? Seria loucura também sua opção por guitarra Gibson em detrimento da Fender, usada por seu irmão Sérgio? E seus dois livros de ficção científica? E suas centenas de pinturas a óleo?

A verdade é que a genialidade de Arnaldo só poderia ser tratada, pela mentalidade mediocrizante brasileira, de um forma, como loucura. Nem uma possível morte, várias vezes anunciada, seria adequada. A loucura. Assim teríamos nosso Syd Barrett, nosso Arthur Rimbaud, nosso Antonin Artaud. Mas contra este estigma, basta apenas ouvir a obra de A.B.

Seu primeiro álbum-solo, Lóki? é, sem dúvida a obra-prima do rock brasileiro. Lançando em 1974, com a participação dos Mutantes - Rita, Liminha e Dinho - e arranjo de Duprat, e com a recomendação: este disco é para ser ouvido em alto volume, traz: Será que eu vou virar bolor?, Uma pessoa só - do repertório derradeiro dos Mutantes -, Não estou nem aí, vou me afundar na lingerie, Cê tá pensando que eu sou lóki?, Te amo podes crer e outras. Na seqüência, Arnaldo se transfere para o Rio de Janeiro, formando o grupo Unzioutros, com Lulu Santos.

Em 1976, passa a tocar com o grupo Patrulha do Espaço - John Flavin, guitarra; Osvaldo Gennari, contrabaixo; e Rolando Castello Júnior, bateria. No ano seguinte, grava um álbum no Estúdio Vice-Versa, que se manteria inédito até 1988, quando Osvaldo e Rolando remasterizam a fita original e lançam o LP Elo perdido, que traz Sunshine, Sexy sua, Corta Jaca, Trem, Emergindo da ciência, Raio de sol, Um pouco assustador e Fique comigo.

Em 1980, lança o álbum Singin' Alone, na estréia do selo Baratos Afins, de Luís Calanca. Arnaldo toca todos os instrumentos. No repertório: I feel in love one day, O Sol, Hoje de manhã eu acordei, Sitting on the road side, Ciborg, Young blood, entre outras.

No início de 1982, internado em uma clínica de São Paulo, sofre acidente. Sua fama de louco e suicida volta à cena.

Em 1987, Rolando Castello lança novo material da época do Patrulha. Agora trechos de uma gravação ao vivo, de 1978. O álbum Faremos uma noitada excelente... traz, basicamente, músicas do Elo perdido e do Singin' alone, exceção para a instrumental Arnaldo Soliszta. Ainda em 1987, a Baratos Afins lança, em edição limitada para fãs, o caseiro álbum Disco voador, gravado originalmente em dois canais, pelo artista, e masterizado no Vice-Versa. O disco traz duas versões, em francês e inglês de Balada de um louco e outras sete composições.

Em 1989, a gravadora Eldorado lança o álbum-homenagem Sanguinho novo... Arnaldo Baptista revisitado, com as participações dos grupos Sexo Explícito, 3 Hombres, Vzyadoq Moe, Sepultura, Último Número, Akira S. & As Garotas Que Erraram, Ratos de Porão, Fellini, Atahualpa Y Us Panquis, Maria Angélica e de Skowa e Paulo Miklos.

A partir daí a moeda-Arnaldo Baptista volta a circulação em regravações - Kid Abelha, Lobão, João Penca & Os Miquinhos Amestrados, Paula Morelembaum, Pato Fu e outros -, mostrando um pouco da monumental, e desconhecida, obra do Gepetto valvulado de Juiz de Fora.

Marcelo Dolabela

http://www.arnaldobaptista.com.br/index.htm

Arnaldo Baptista - Será Que Eu Vou Virar Bolor?(Completo)

3 de julho de 2010

Lewis Brian Hopkin Jones mais conhecido como Brian Jones (Cheltenham, Gloucestershire, Inglaterra - 28 de Fevereiro de 1942 – 3 de Julho de de 1969),











Um dos fundadores da banda inglesa Rolling Stones.

Filho de um engenheiro da marinha inglesa - Lewis Jones - com uma dona de casa. Brian foi conhecido pela sua versatilidade musical, tocando vários instrumentos diferentes, ainda que se tenha notabilizado como guitarrista da banda. Músico de origem clássica (Brian aprendeu a tocar com sua mãe que ministrava aulas de piano na Igreja próxima) era inicalmente o único músico da banda capaz de ler e escrever partituras.

Durante seu período nos Rolling Stones ele manteve uma inventividade que gerou o Rolling Stones Rock'n Roll Circus, entre outros. Costumava usar roupas extravagantes, além de um estilo de vida baseado no "sexo, drogas e rock'n roll".

Apesar da fama e fortuna originada pelo sucesso da banda, Brian acabou por ceder ao uso desregrado de drogas, o que lhe valeu o desprendimento do grupo em 8 de Junho de 1969. Menos de um mês depois, no dia 3 de julho, Brian foi encontrado afogado na piscina de sua casa, Cotchford Farm, em Sussex, antiga casa do escritor A. A. Milne, criador do Ursinho Pooh, que o músico adorava. Desde sua morte, tida oficialmente como acidental, muitas dúvidas e livros encheram a mídia, alimentando muitas teorias conspiratorias.

Apesar dos poucos anos de vida é considerado um dos mentores do estilo adotado pela banda. Deixou um grande número de fãs que cultuam sua imagem e contribuição musical até os dias de hoje.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Brian_Jones

Rolling Stones com Brian Jones - Lady Jane

27 de junho de 2010

John Alec Entwistle (9 de outubro de 1944 - 27 de junho de 2002)












Baixista da banda de rock britânica The Who. Ele é considerado um dos melhores e mais influentes baixistas de todos os tempos, criador de um som base agressivo que influenciou várias gerações de músicos.

Entwistle nasceu em Chiswick, subúrbio de Londres. No começo dos anos 60 ele passou a se apresentar em vários grupos de jazz edixieland com seu colega de escola Pete Townshend, posteriormente entrando para a banda The Detours, de Roger Daltrey. Estava formado o núcleo do que seria mais tarde o The Who.

O grupo começara com Daltrey e Townshend dividindo os acordes de guitarra, até que Roger desistiu do instrumento. A mudança para uma única guitarra foi essencial para Entwistle (apelidado de "The Ox"), que passou a tocar acordes extremamente altos e intrincados para compensar a falta de uma guitarra rítmica - o resultado foi, dos primeiros singles do Who até o seu último sucesso, a transformação do trabalho do baixo de Entwistle em um dos mais complexos e audíveis do rock. Mais do que isso, ele tendia a aparecer justamente por não aparecer.

Além de seu trabalho no baixo, Entwistle revelou um talento peculiar como compositor. Suas canções demonstravam um senso de humor sombrio, incompatível com o trabalho mais introspectivo de Townshend. Embora contribuísse numa proporção de 2 músicas por álbum, a frustração de ter seu material relegado pelo The Who levou-o a lançar Smash Your Head Against The Wall em 1971, sendo o primeiro integrante da banda a gravar um disco solo.

Entwistle desenvolveu o que ele chamava de estilo '"datilógrafo" de tocar baixo. Consistia em posicionar a mão direita sobre as cordas para que os quatro dedos pudessem ser usados para bater percussivamente nas mesmas, fazendo com que elas atingissem o braço com um distinto som agudo. Isso dá ao músico a habilidade de tocar três ou quatro cordas de uma só vez, ou de usar diversos dedos em uma só corda, além de permitir a criação de passagens bastante percussivas e melódicas. Ele usava esta técnica para imitar os preenchimentos usados pelos bateristas, às vezes antes mesmo que os bateristas tivessem a oportunidade de fazê-los.

John identificava suas influências como uma combinação de seu treinamento formal ao trompete, trompa e piano, o que dava a seus dedos uma força e flexibilidade ímpares. Juntamente com os guitarristas de rock Duane Eddy e Gene Vincent, e baixistas de soul e R&B como James Jamerson, ele é considerado um pioneiro nas técnicas de baixo. Entwistle foi a influência primordial de gerações de baixistas e continua a aparecer em enquentes sobre os "melhores baixistas" em revistas musicais. Em 2000, a revista Guitar nomeou John Entwistle o "Baixista do Milênio" numa enquente entre seus leitores.

Próximo ao fim de sua carreira ele formou a The John Entwistle Band com seu amigo de longa data e baterista Steve Luongo e o guitarrista e vocalista Godfrey Townsend. Em 1996 ele deu início à turnê "Left for Dead", emplacando no mesmo ano a turnê de Quadrophenia com o The Who. No final de 1998, John retomou sua banda solo e embarcou na "Left for Dead - the Sequel", após o qual foi lançado um álbum com os melhores momentos da turnê, chamado Left for Live.

Em 1999 e 2000 John voltou ao The Who, tocando em shows de caridade e em mais uma turnê.

Em 2001, participou do show organizado por Alan Parson em tributo aos Beatles, "A Walk Down Abbey Road". Além de John e Alan, o show contou com Ann Wilson, Todd Rundgren, David Pack, Godfrey Townsend, Steve Luongo e John Beck.

Durante janeiro e fevereiro de 2002, John fez suas últimas apresentações com o The Who na Inglaterra, a última delas em 8 de fevereiro no Royal Albert Hall em Londres.

John Entwistle morreu em Las Vegas no dia 27 de junho de 2002, um dia antes do início de mais uma turnê norte-americana do The Who.

O laudo do legista determinou que sua morte foi devido a um ataque cardíaco provocado por uma quantidade não determinada de cocaína. Embora a quantidade em seu sangue fosse mínima, a droga fez com que suas artérias coronárias - já prejudicadas por um problema cardíaco não tratado - se contraíssem, o que levou ao ataque cardíaco fatal. Entwistle, assim como Townshend, lutou contra o vício de álcool e drogas durante a maior parte de sua vida adulta.

A gigantesca coleção de guitarras e baixos de Entwistle foi a leilão no Sotheby's em Londres por iniciativa de seu filho Christopher, para o pagamento de dívidas e impostos. No leilão, Christopher chegou a dizer que seu pai odiaria ver tantos estranhos colocando as mãos em seus pertences. Sua enorme mansão em Stow-On-The-Wold em Costwolds, além de inúmeros objetos pessoais, também foram vendidos para arcar com as cobranças do Imposto de Renda. Ironicamente, John chegou a ser funcionário do IR, só deixando o emprego quando o The Who começou a fazer sucesso.

O funeral de John foi realizado na Igreja de Saint Edward em Stow-On-The-Wold, Gloucester, Inglaterra, no dia 10 de julho. Ele foi cremado e suas cinzas espalhadas em local privado. Um serviço memorial foi organizado em 24 de outubro em St. Martin-in-the-Fields, Trafalgar Square, Londres

http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Entwistle

20 de maio de 2010

John Robert Cocker (Sheffield, 20 de maio de 1944)











Cantor britânico de música pop influenciado pela soul music no início da carreira.

Ele começou sua carreira musical em sua cidade natal na Inglaterra, aos quinze anos de idade: sua primeira banda foi os Avengers (sob o nome artístico de Vance Arnold), depois Big Blues (1963) e então a Grease Band (a partir de 1966). Em 1969 ele foi o astro convidado do programa The Ed Sullivan Show.

Seu primeiro grande sucesso foi "With a Little Help from My Friends", uma versão da música dos Beatles gravada com o guitarrista Jimmy Page. No mesmo ano ele apareceu no Festival de Woodstock, com um show consagrador, sobre o qual ele fala no livro Woodstock, do jornalista [Pete Fornatale]: "Tivemos uma reação emocionante quando tocamos With a Little Help from My Friends. Foi como um sentido maravilhoso de comunicação. Era o último número do show, eu lembro, mas senti que finalmente tínhamos nos comunicado com alguém".

Coker ainda conseguiu mais alguns hits com "She Came Through the Bathroom Window" (outra versão de uma música dos Beatles), "Cry Me a River" e "Feelin Alright". Em 1970 sua versão ao vivo do sucesso "The Letter" dos Box Tops, lançado na compilação Mad Dogs & Englishmen tornou-se sua primeira canção a entrar no Top Ten americano.

Nos shows Cocker exibia uma intensidade física incrível enquanto cantava, e sua presença no palco era freqüentemente parodiada por John Belushi (houve até mesmo um dueto improvável quando Joe foi convidado especial do Saturday Night Live.)

No começo dos anos 70 ele teve problemas com drogas e álcool que acabaram atrapalhando sua carreira. Ele conseguiu, entretanto, se livrar e retornar nos anos 80, conseguindo grande sucesso até os anos 90 com as canções "Up Where We Belong", "You Are So Beautiful", "When The Night Comes" e "Unchain My Heart", tema da novela brasileira Sassaricando. É conhecido no Brasil por cantar o tema de abertura da série Anos Incríveis, exibido pela TV Cultura, TV Bandeirantes, Multishow e Rede 21, até voltar à TV Cultura. Em 2002 sua regravação da musica Never Tear us apart da banda INXS foi tema de sucesso da novela Coração de Estudante.

Em 2007, Joe fez uma participação especial em Across the Universe, longa-metragem musical de Julie Taymor, interpretando a músicaCome Together, dos Beatles.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Joe_Cocker

31 de março de 2010

Angus McKinnon Young (Glasgow, Escócia, 31 de Março de 1955)











Guitarrista escocês . Angus é membro e fundador da banda australiana de rock AC/DC. Sua guitarra elétrica predileta é a Gibson SG que conseguiu na Austrália. Um dos maiores guitarristas da história do rock and roll e considerado por muitos como um dos maiores riffer de todos os tempos.

Texto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Angus_Young