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21 de dezembro de 2010

21 de dezembro de 2012 - Final do Calendário Maia com o ciclo de 5125 anos.


O calendário maia é um sistema de calendários e almanaques distintos, usados pela civilização maia da Mesoamérica pré-colombiana, e por algumas comunidades maias modernas dos planaltos da Guatemala.

Estes calendários podem ser sincronizados e interligados, suas combinações dando origem a ciclos adicionais mais extensos. Os fundamentos dos calendários maias baseiam-se em um sistema que era de uso comum na região, datando pelo menos do século VI a.C.. Tem muitos aspectos em comum com calendários empregados por outras civilizações mesoamericanas anteriores, como os zapotecas e olmecas, e algumas civilizações suas contemporâneas ou posteriores, como o dos mixtecas e o dos astecas. Apesar de o calendário mesoamericano não ter sido criado pelos maias, as extensões e refinamentos por eles efetuados foram os mais sofisticados. Junto com os dos astecas, os calendários maias são os melhores documentados e compreendidos.

Pela tradição da mitologia maia, como está documentado nos registros colonais iucatecas e reconstruído de inscrições do Clássico Tardio e Pós-clássico, a deidade Itzamna é frequentemente creditada como tendo levado o conhecimento do sistema de calendários aos maias ancestrais, junto com a escrita em geral e outros aspectos fundacionais da cultura maia.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_maia

17 de agosto de 2010

Blá Blá Blá


Datas podem até não ter importância alguma, mas algumas sempre ficam guardadas. É fácil esquecer datas de aniversário, casamento, primeiro beijo, morte. O fato, a cena, podem ficar registradas nitidamente na memória, sem contudo, trazer à luz, o registro datado em que tais eventos ocorreram.

O Tempo não se subordina às vontades humanas, nem mesmo ao rigor milimétrico de um relógio suíço, marca-se o tempo cronometricamente, mas e a impressão humana? Varia de acordo com as inúmeras circunstâncias, personalidades, ambientes e demais detalhes componentes do fato.

Falar sobre Tempo, é falar sobre Deus, onipresente, onisciente, onipotente, no entanto, não é possível encaixá-lo nos moldes das instituições que o ser humano criou para vincular a fé divina, aos confortos materiais. Merda!

Rodrigo