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18 de março de 2012

Jimi Hendrix Red House Live Stockholm 1969 THE BEST VERSION!



Não é à toa que Jimi Hendrix, morto antes de completar 28 anos, há 41 anos atrás, ainda é considerado um dos maiores (pessoalmente considero o mais criativo) guitarristas do planeta.

Rodrigo

5 de fevereiro de 2012

5 de fevereiro de 1852 – Inauguração do Museu do Hermitage em São Petersburgo, Rússia.










O Museu Hermitage (em russo: Госуда́рственный Эрмита́ж) é um museu localizado em São Petersburgo, na Rússia. É um dos maiores museus de arte do mundo e sua vasta coleção possui itens de praticamente todas as épocas, estilos e culturas da história russa, européia, oriental e do norte da África, e está distribuída em dez prédios, situados ao longo do rio Neva, dos quais sete constituem por si mesmos monumentos artísticos e históricos de grande importância. Neste conjunto o papel principal cabe ao Palácio de Inverno, que foi a residência oficial dos Czares quase ininterruptamente desde sua construção até a queda da monarquia russa.

Organizado ao longo de dois séculos e meio, o Hermitage possui hoje um acervo de mais de 3 milhões de peças. O museu mantém ainda um teatro, uma academia musical e projetos subsidiários em outros países. O núcleo inicial da coleção foi formado com a aquisição, pela imperatriz Catarina II, em 1764, de uma coleção de 225 pinturas flamengas ealemãs do negociante berlinense Johann Ernest Gotzkowski.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Hermitage

Imagens:

http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Hermitage_Museum?uselang=pt

Trecho do documentário sobre Robert Crumb legendado em português.


10 de outubro de 2011

Longo é o caminho, maiores as sequelas.


Não era apenas evidente, era sim, inimaginavelmente mais que isso. Beirava o non sense. Um circo das aberrações, contudo sem uma atração sequer, materialmente palpável, fisicamente tangível, confortavelmente perceptível ao tato. Não estava na esfera do que se convencionou chamar, “realidade”. Era uma mistura homogênea por força e tração, entremeada ao hemisfério específico do cérebro, incumbido de processar essa categoria de informação que neurônios conduzem sem dar importância, sem querer. Livre das regras, prisioneiro de si. Se ao menos fosse sem gosto, o mosto que perturba a razão, sem deixar rastros no caminho que o segue, tamanha a devastação.

Acordei, mas não parecia ser eu quem ocupava minha carne. Acordei mas não me convenci. Imaginei que aquilo não podia estar certo. Eu deveria ser capaz de convencer ao menos a mim. Lembrei-me da noite anterior, um monstro acompanhava essa lembrança, o monstro do constrangimento, da vergonha, queria virar para outro lado, fingir não vê-lo, mas seria uma tarefa fracassada no projeto, difícil digerir erros, a própria estupidez. Mais que isso, impossível fugir à própria consciência, e também àquela massa imperativa em forma de monstro que nem mesmo uma pessoa apenas minimamente dotada do sentido da visão, seria capaz de esquivar os olhos, a fim de não ser confrontada por seus atos mais nefastos.

Rodrigo.

6 de setembro de 2011

6 de setembro de 1965 - Um artigo do jornalista Michael Fellon usou a palavra Hippie pela primeira vez.










O termo derivou da palavra em inglês hipster, que designava as pessoas nos EUA que se envolviam com a cultura negra, e.x.: Harry The Hipster Gibson. Em 6 de setembro de 1965, o termo hippie foi utilizado pela primeira vez, em um jornal de São Francisco, um artigo do jornalista Michael Smith. * A eclosão do movimento se deu em consequencia do surgimento da chamada Geração Beat, os beatniks, uma leva de escritores e artistas que, primeiramente, assumiram os comportamentos copiados pelos hippies.

Com a palavra "beat", John Lennon, transformado em um dos principais porta-vozes pop do movimento hippie, criou o nome da sua banda -The Beatles. Tanto o termo beatnik como o termo hippie assumiam sentido pejorativo para a grande massa norte-americana.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hippie

14 de julho de 2011

Thomas Rowlandson (14 de julho de 1756 a 22 de abril de 1827) foi um desenhista inglês.











Thomas Rowlandson nasceu em Londres em Julho de 1756. Thomas aprendeu a desenhar ainda antes de saber escrever e por volta dos 10 anos passava todo o seu tempo livre a desenhar. Depois de ter frequentado Eton ele tornou-se aluno da Real Academia. Aos 16 anos ele partiu para França onde passou 2 anos numa escola de desenho em Paris.

Em 1777 Rowlandson abriu um estúdio em Wardour Street onde se estabeleceu como pintor de retratos.

Na década de 1780 Rowlandson pintou menos retratos e concentrou-se no desenho. Rowlandson teve trabalhos publicados em jornais como o English Review e The Poetical Magazine. Rowlandson também ilustrou livros, incluindo aqueles escritos por Henry Fielding, Oliver Goldsmith e Laurence Sterne. Rowlandson também trabalhou com Tobias George Smollett, cujos livros radicais levaram a que ele fosse mandado para a prisão por difamação. Alguns dos cartoons politicos de Rowlandson também lhe trouxeram problemas e ele foi acusado pelos críticos de ser "grosseiro e indelicado".


27 de fevereiro de 2011

Abertura de "Saramandaia"



Saramandaia foi uma telenovela de Dias Gomes, exibida na Rede Globo às 22h, de 3 de maio a 31 de dezembro de 1976, tendo 160 capítulos. Foi dirigida por Walter Avancini, Roberto Talma e Gonzaga Blota.

http://mais.uol.com.br/view/q44oera88rbq/saramandaia--1976-04023968DCA11326?types=A&

22 de agosto de 2010

"it never got weird enough for me" Hunter Thompson.


"A arte é longa, a vida é curta, e o sucesso fica longe demais".
- Joseph Conrad

Bem... sim, aqui vamos nós de novo.

Mas, antes de passarmos à Obra, como se diz, quero ter certeza de que sei lidar com esta elegante máquina de escrever - (e, sim, parece que sei) -, então por que não fazer uma lista rápida dos trabalhos da minha vida e aí cair fora desta cidade no vôo das 11h05 para Denver? Realmente. Por que não?

Mas eu gostaria de dizer, para que fique permanentemente registrado, que é uma sensação muito estranha ser um escritor americano de 40 anos de idade neste século, sentado neste enorme prédio da Quinta Avenida em Nova York, a uma da manhã na antevéspera do Natal, a 3200 quilômetros de casa, compilando um sumário para um livro de minhas próprias Obras Reunidas num escritório com uma porta de vidro alta que leva a um grande terraço com vista para a Plaza Fountain.

Muito estranho.

Sinto-me como se pudesse muito bem estar aqui talhando as palavras da minha própria lápide... e, quando eu acabar, a única saída apropriada será de cima desse maldito terraço direto para dentro da fonte, 28 andares abaixo e pelo menos 180 metros de queda livre sobre a Quinta Avenida.

Ninguém entenderia tal atitude.

Nem mesmo eu... e na verdade a única maneira com que consigo lidar com essa situação sinistra é decidir conscientemente que já vivi até o final a vida que planejava viver - treze anos a mais, na verdade - e que de agora em diante tudo será Uma Nova Vida, uma coisa diferente, um acontecimento que termina hoje à noite e começa amanhã de manhã.

Então, se eu decidir pular na Fonte quando terminar este memorando, quero deixar bem clara uma coisa: eu sinceramente adoraria dar esse salto. Se não o der, sempre vou considerar isso um erro e uma oportunidade perdida, um dos poucos erros graves da minha Primeira Vida que agora termina.

Mas e daí? Eu provavelmente não vou fazer isso (por todos os motivos errados), e provavelmente vou terminar esse sumário, ir pra casa comemorar o Natal e ter que conviver por mais cem anos com toda essa maldita baboseira que estou reunindo.

Mas, Jesus, seria uma maneira maravilhosa de sair fora... e, se eu fizer isso, seus filhos-da-mãe, vocês estarão me devendo uma saudaçãp infernal com uma pistola 44 (essa palavra era "saudação", porra - e acho que não consigo lidar com essa elegante máquina de escrever tão bem como imaginei)...

Mas você sabe que eu poderia se tivesse um pouco mais de tempo.

Certo?

Sim.

HST n° 1 , R.I.P.
23 de dezembro de 1977.

*Digitado da Nota do Autor (1), do livro "A Grande Caçada aos Tubarões"/ Hunter S. Thompson ; tradução Camilo Rocha. São Paulo : Conrad Editora do Brasil, 2004. págs. 9 e 10.