20 de janeiro de 2010

Antônio Diogo da Silva Parreiras (Niterói, 20 de janeiro de 1860 – Niterói, ? de outubro de 1937)











Pintor, desenhista e ilustrador brasileiro.

Ingressou em 1882, aos 22 anos de idade, na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, que abandonou em 1884 para freqüentar o curso livre de pintura do professor alemão Georg Grimm. Com a viagem de seu mestre para o interior do Brasil, continou os seus estudos de forma autodidata em 1885.

Viajou para a Europa em 1888, aperfeiçoando suas técnicas na Accademia di Belle Arti di Venezia, na Itália.

De volta ao Brasil em 1890, participou da Exposição Geral de Belas Artes no Rio de Janeiro. No mesmo ano tornou-se professor de pintura de paisagens na Escola Nacional de Belas Artes. Seguindo os ensinamentos de Grimm, levou os seus alunos para pintar ao ar livre, expondo esses trabalhos em 1892.

Iniciou estudos ao ar livre nas matas de Teresópolis, sintetizados na tela Sertanejas. Tendo recebido encomendas para pintar episódios históricos, a partir de 1899 realizou vários trabalhos para palácios do governo, como a Alegoria a Apollo e às Deusas das Horas de 1925 no teto do salão nobre do Palácio da Liberdade em Belo Horizonte. Entre seus trabalhos históricos destacam-se a Conquista do Amazonas e Lembrança da visita de Oscar I, rei da Suécia e Noruega. Além dessa vertente, dedicou-se paralelamente aos nus femininos, que pintava com grande sensualidade, como pode ser apreciado em Flor brasileira, Fantasia e Frinéia.

Artista da belle époque, em 1925 foi considerado o pintor mais popular do país. Publicou a sua autobiografia em 1926 (História de um Pintor contada por ele mesmo), com isso ingressando na Academia Fluminense de Letras.

Participou em 1933 das exposições comemorativas do Jubileu Artístico em São Paulo e em Niterói, onde veio a falecer em 1937. O seu ateliê foi transformado, em 1941, no Museu Antônio Parreiras.

Texto extraído de:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Antônio_Parreiras

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